Papo sobre música sempre me atrai. Conversava recentemente com o mestre Vidal, jornalista experiente, bassman, admiradores que somos do groove, do samba de raiz, do samba rock. Lembrávamos do pai de todos, Jorge Ben Jor. Tenho uma gravação do LP Tábua de Esmeralda, de 1972. É um clássico, do tipo, dá para escutar do início ao fim sem pular nenhuma faixa. Ficamos divagando sobre a forma como Ben Jor tocava, um jeito todo particular, aliado a letras e melodias quase psicodélicas, inusitadas, repletas de requinte e com uma sensibilidade ímpar. Particularmente, considero esse som, Errare Humanum Est, um exemplo de tudo isso, somado a uma temática mística e marcação de caixa desconcertante. Enfim, Ben Jor é o cara, pena estar sumido, pena ser lembrado só pelas mais populares. A musicalidade dele deveria ser melhor aproveitada, estuda e escutada pelas novas gerações. Assim é.
- TOM FORTUNATO
- Estou em direção à névoa da cidade. O cheiro de fritura dá a noção da chegada. E sobre a ponte vejo o rio gotejar, lá embaixo. Libertação dos sentidos!!!!
Monday, September 21, 2009
Errare
Papo sobre música sempre me atrai. Conversava recentemente com o mestre Vidal, jornalista experiente, bassman, admiradores que somos do groove, do samba de raiz, do samba rock. Lembrávamos do pai de todos, Jorge Ben Jor. Tenho uma gravação do LP Tábua de Esmeralda, de 1972. É um clássico, do tipo, dá para escutar do início ao fim sem pular nenhuma faixa. Ficamos divagando sobre a forma como Ben Jor tocava, um jeito todo particular, aliado a letras e melodias quase psicodélicas, inusitadas, repletas de requinte e com uma sensibilidade ímpar. Particularmente, considero esse som, Errare Humanum Est, um exemplo de tudo isso, somado a uma temática mística e marcação de caixa desconcertante. Enfim, Ben Jor é o cara, pena estar sumido, pena ser lembrado só pelas mais populares. A musicalidade dele deveria ser melhor aproveitada, estuda e escutada pelas novas gerações. Assim é.
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